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14 de mai. de 2009

Dois dias...

Chorei até amanhecer. Não dormi. Fui trabalhar. Nádia está grávida, eu pulei por ela. Consegui dias folgas, chorei até pegar o caminho da roça... cheguei na rodoviária, demorou duas horas pro ônibus sair. Fiz uma amiga no ônibus, contamos histórias de terror e o motorista ficou com medo. Cheguei tarde em São José. Vi o Palmeiras ganhar nos pênaltis, não fez a menor diferença. Cheguei quase de madrugada na praia, mamãe e Tati estavam me esperando. Conversamos e rimos no ônibus, o qual quebrou no lugar certo e na hora certa: na rua em que precisávamos descer. Chegamos em casa. Tomei duas cervejas. Fui dormir tarde, exausta e emocionalmente acabada. Acordei cedo, fui com Magno e Erika na praia, nadei com siris, peixes e tartarugas, mas não sabia que eles estavam lá. Descobri os siris e fugi deles. Tirei uma foto nova. Enrolei a tarde toda. Tomei muitas cervejas e deixei minha mãe de cabelos em pé. Tomei banho frio. Dormi sem pensar em nada. Acordei mais cedo, fui na praia com a Tati. Fugi do sol, corri pra casa, comi com o vô. Tirei mais fotos. Perdi o parafuso do meu óculos brincando. Fui pra casa, mamãe enfiou um pente no meu olho. Molhei meu cunhado, mamãe enfiou o mesmo pente no meu nariz. Me vi no espelho de cabelo novo. Derrubaram cerveja em mim. Peguei o ônibus. Choveu. Cheguei em casa... vou dormir com a mesma vontade que eu saí.